
Não se pode mais ficar distante dos acontecimentos deste novo tempo, todavia, pode-se levar a discussão para um outro cenário, porém, nada simples para o cidadão que adota o senso comum frente ao cotidiano provinciano.
O título deste artigo, entre aspas, de autoria, como tantos outros, do famoso dicionário dos "ditos populares tupiniquins", assim, cada qual, entende do seu jeito, ainda, que a "carapuça" possa servir de uma forma genérica aos fregueses provincianos de sempre e leitores assíduos dos artigos em pauta deste ou daquele articulista de plantão.
Por meio de uma leitura menos desavisada sobre as diversas publicações veiculadas pela mídia provinciana, nada muda de foco, apenas, os autores ficam patinando na mesmice de sempre sobre temas afins aos interesses de cada lado, talvez, para uma tomada de posição frente ao jogo do poder local, quando muito, regional para uma tentativa de sair na frente dos concorrentes envolvidas nas migalhas espalhadas pelas sobras de um poder esvaziado pela mediocridade dos políticos.
Muitos andam perdidos em suas contradições pessoais, acadêmicas e profissionais, talvez, tentando se achar no meio de alguma monografia de graduação ou dissertação de mestrado, outros, teimam em propor uma tese de doutorado, entretanto, nada anda sem a disposição de um objetivo com metodologia com justificativa e até mesmo, uma ou mais hipóteses para um objetivo como proposta de produto de consumo pedagógico.
Reforçando a máxima acima, a saber: "é banana comendo macaco em terras provincianas...", mesmo assim, brincando com o "fazer de conta" com as muitas estórias de um "País do faz de conta" sem compromisso com o outro lado da história como pauta de uma mídia impressa provinciana.
O "mundo da carochinha" existe de uma maneira ou de outra, basta uma leitura na mídia local e regional para uma reflexão sem compromisso com o presente, muito menos, com o passado e sem perspectiva quanto ao futuro, desta forma, tudo fica no "dito pelo não dito" para leitores e leitoras.
Muito se comenta sobre ser ou não ser jornalista para escrever sobre temas afins aos interesses da comunidade, porém, a formação acadêmica é mais do que necessária neste caso em especial, bem como, para outras áreas afins aos interesses da sociedade tupiniquim.
A crítica deve se pautada pela reflexão teórica sobre a "práxis" do contexto plural do momento em foco, determinando as condições necessárias para a dialética do conhecimento e do saber humano frente ao mercado mundial das trocas nada simbólicas do poder institucionalizado pelo homem e seu tempo.
Imagem Ilustrativa: netpage.estaminas.com.br
Autor: Sérgio Barbosa - Jornalista profissional diplomado e professor universitário
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